Eleitos os órgãos sociais da Confederação da Construção
Reis Campos é o primeiro presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPIC).
Na reunião realizada entre as 16 associações empresariais que compõem a CPIC, entre elas a AECOPS, para eleger os órgãos sociais da Confederação para o triénio 2010-2012, foi ainda empossado Ricardo Pedrosa Gomes, presidente da Direcção da AECOPS, para o cargo de vice-presidente da CPIC.
Os restantes vice-presidentes da Confederação são: Afonso Vilhena de Caldeira, da APCMC, Luís Hilário Lima, da APEMIP, Victor Manuel Carneiro, da APPC, Henrique Polignac de Barros, da APPII, Fernando Henriques, da AIMMP, e Joaquim Gonçalves, da APAE.
Manuel Agria, da ANEOP, José Franco de Matos, da APCMC, José Eduardo Macedo, da APEMIP, José Santos Pinho, da APPC, Miguel de Azeredo Perdigão, da APPII, Duarte Leal Garcia, da APICER, e Fernando Oliveira Pinto, da AÇOMEFER, são os directores da CPCI.
Para presidente da Mesa da Assembleia Geral foi eleito Filipe Soares Franco, em representação da ANEOP, e para secretários Albano Furtado, da AICOPA, e António Pinho, da AIPOR.
O Conselho Fiscal tem como presidente António Ribeiro de Freitas, da APEMIP, e como vogais efectivos Jaime Ramos e Victor Albuquerque, respectivamente da ASSICOM e da ANIET.

Um parceiro fundamental

Recorde-se a CPCI tem por objectivo representar e defender todos os sectores de actividade que convergem na construção, sendo composta, para além da AECOPS, pela AICCOPN; APEMIP; APPII; APCMC; APPC; AÇOMEFER; AICOPA; AIMMP; AIPOR; ANIET; APAE; APEMETA; APICER; e ASSICOM. Ou seja, estão representadas na Confederação praticamente todas as associações empresarias dos sectores da Construção e Imobiliário, num total de 200.000 empresas (16% do total nacional), pelo que ela se assume como um parceiro social fundamental e estratégico na sensibilização do poder político para o peso da construção e do imobiliário na economia nacional e para a sua importância no crescimento do País. Em conjunto, estes dois sectores respondem por 18% do PIB, 49,7% do investimento nacional e 15% do total do emprego, o equivalente a 800.000 postos de trabalho.
 
 
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